MARIA MARGARIDA DE OLIVEIRA PINTO Nascida em data incerta no atual bairro de Além da Ponte, em Águeda, no seio da família Pinto, ali faleceu em 1917. Iniciou a sua carreira de professora na Escola de São Tomé de Negreiros, em Santo Tirso, sendo mais tarde nomeada professora, e mais tarde diretora, da Escola Normal do Porto, lugar que desempenhou até 1911, altura em que a falta de vista a levou à renúncia do lugar. Ficcionista de mérito e distinta pedagoga deixou-nos as obras O Diabo do Alfusqueiro e A Cantadeira das Ruas (inicialmente publicados em folhetins pelo “Soberania do Povo” e, mais tarde, em livro, a segunda das quais em 1884) e, ainda, Amarguras (romance, 1888) e A Escola Moderna (1891). OBRAS PUBLICADAS “O diabo do Alfusqueiro” “A cantadeira das ruas” “Amarguras” “A Escola moderna” MARIA JOÃO FRANCO GARCIA MÓNICA MARQUES Imprimir 16
Nascida em data incerta no atual bairro de Além da Ponte, em Águeda, no seio da família Pinto, ali faleceu em 1917. Iniciou a sua carreira de professora na Escola de São Tomé de Negreiros, em Santo Tirso, sendo mais tarde nomeada professora, e mais tarde diretora, da Escola Normal do Porto, lugar que desempenhou até 1911, altura em que a falta de vista a levou à renúncia do lugar. Ficcionista de mérito e distinta pedagoga deixou-nos as obras O Diabo do Alfusqueiro e A Cantadeira das Ruas (inicialmente publicados em folhetins pelo “Soberania do Povo” e, mais tarde, em livro, a segunda das quais em 1884) e, ainda, Amarguras (romance, 1888) e A Escola Moderna (1891). OBRAS PUBLICADAS “O diabo do Alfusqueiro” “A cantadeira das ruas” “Amarguras” “A Escola moderna”